RODRIGUES ADVOCACIA PREVIDENCIÁRIA

ADVOGADO ESPECIALIZADO EM DIREITO PREVIDENCIÁRIO E GESTÃO PÚBLICA.

domingo, 22 de maio de 2011

Qustões de Economia

Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
Modalidade: Ead
Nivelamento: Introdução à Economia
Curso: Bacharelado em Administração Pública
Tutora: Lília de Sousa Rodrigues Vieira
Aluno: Ernandes Pereira Rodrigues
Turma: 477102.
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1. O que você entende por Modelo Econômico?
Modelo econômico é a versão simplificada da realidade, que permite estudar assuntos complexos isolando suas partes constituintes mais significativas. Assim como um arquiteto constrói uma maquete para avaliar a viabilidade de seu projeto de prédio, o economista usa ou constrói um modelo para avaliar o comportamento da economia no mundo real.

2. Reflita e defina Sistema Econômico.
Um sistema econômico pode ser definido como sendo a forma política, social e econômica pelo qual estar organizada uma sociedade. Engloba o tipo de propriedade, a gestão da economia, os processos de circulação das mercadorias, o consumo e os níveis de desenvolvimento tecnológico e da divisão do trabalho.

3. O que é Fluxo Econômico?
Fluxo económico é todo o conjunto de estratégias económicas que passam e se reavaliam por certos momentos, num determinado momento e num determinado local. O conjunto de todas estas atividades desenvolvidas baseiam - se num processo chamado em prudência e da passagem dos mesmos em simultâneo.

4. O que evidencia o Fluxo Circular em economia?
O fluxo circular evidencia visualmente as relações econômicas instituídas e facilita o entendimento no que diz respeito ao funcionamento da economia utilizando as seguintes categorias: produtores (organização), consumidores (famílias), governo e setor externo.

5. Como podem ser os fluxos econômicos?
Os fluxos econômicos podem ser: fluxo circular, fluxo monetário e fluxo real.

6. O que evidencia o Fluxo Real e o Fluxo monetário?
O fluxo real procura evidenciar as relações de demanda e oferta existentes no mercado de bens e serviços, o Fluxo monetário deixa claro a relação de pagamentos efetuados no mercado de bens e serviços, e a remuneração dos fatores de produção.


7. Em relação à demanda, preço e quantidade são diretamente proporcionais ou inversamente ou inversamente proporcionais? Explique isso graficamente.
O preço e a quantidade demandada são inversamente proporcionais, ou seja, quanto mais alto for o preço de um produto, menos pessoas estarão dispostas ou poderão comprar, ou vice-versa.
8. Cite os fatores que podem deslocar a curva de demanda?Explique
cada um.
Quando outros fatores determinantes da demanda mudam a demanda inteira muda. Esses fatores são:
Ø  Riqueza (e sua distribuição). A riqueza influência diretamente na curva da demanda visto que ela é vital para o desenvolvimento da economia.
Ø  Renda (e sua distribuição). É uma quantia recebida regularmente em função de investimentos ou de um trabalho realizado.
Ø  Propaganda. É a divulgação de conhecimentos, ideias, opiniões, qualidades, produtos afim de que influenciar a demanda dos consumidores. A propaganda influencia a curva da demanda para fora e para a direita.
Ø  Expectativas sobre o futuro. Quando os produtores formam expectativas de aumento ou diminuição dos seus preços isso pode afetar a oferta atual e futura.

Resultado

Se um evento aumenta a oferta, a curva se desloca para fora e à direita. Se a curva de demanda não for afetada, o preço de equilíbrio cairá e a quantidade
de equilíbrio aumentará.
Se um evento reduz a oferta, a curva se desloca para dentro e à esquerda. Se a curva de demanda não for afetada, o preço de equilíbrio aumentará e a quantidade de equilíbrio diminuirá.
Ø  Gostos dos consumidores. Mudanças nas preferências dos consumidores desloca a curva de demanda para a esquerda ou para a direita. Como se diz “questão de gosto não se discute”
Ø  População. Um aumento da população desloca a curva de demanda para a direita, ou seja, aumenta a demanda total. Uma diminuição diminui a demanda total.





9. Em relação à oferta, preço e quantidade são diretamente
proporcionais ou inversamente proporcionais?
Explique isso graficamente.
São diretamente proporcionais, ou seja, à medida que a quantidade ofertada aumenta o preço também aumenta e assim vice-versa.




10. Cite os fatores que podem deslocar a curva de oferta. Explique cada
um.
Os fatores são:
Ø  Disponibilidade de insumos. O insumo contribui bastante no deslocamento da oferta, ou seja, qualquer que seja a organização, ela necessita de pessoas, de tecnologia de materiais. Quando o preço dos insumos de produção se altera, o custo se altera e a disposição a vender se altera deslocando a curva para esquerda, no caso de um aumento, e para a direita, no caso de uma redução.
Ø  Tecnologia. Quando a tecnologia muda a curva se desloca para direita aumentando a oferta global..
Ø  Expectativa
Ø  Número de vendedores.



11. O que você entende por Ponto de Equilíbrio no Mercado?
É o ponto de intersecção da curva da demanda com a curva da oferta (ponto em que se cruzam), onde a quantidade ofertada é igual à quantidade demandada. É nesse ponto que tanto os consumidores quanto os produtores se encontram satisfeitos.

12. O que é Elasticidade?
É a alteração porcentual em uma variável em relação à variação porcentual em outra.

13. O que você compreende por Elasticidade Preço da Demanda e
Elasticidade Renda da Demanda?
A elasticidade-preço da demanda mede o quanto a demanda reage a uma mudança no preço.
A Elasticidade Renda da demanda é a sensibilidade da quantidade demandada a uma variação na renda do consumidor.

14. O que é elasticidade Cruzada da Demanda?
A elasticidade Cruzada da Demanda nada mais é que uma medida utilizada para analisar a relação entre os diversos produtos.

15. O que são Bens Substitutos?
São bens que não interferem na satisfação do consumidor, que imediatamente tem a possibilidade de substituí-lo por outro. Ex: manteiga e margarina, carne de frango e de vaca.
16. O que são Bens Complementares?
São bens que quando aumentado o preço de um ocasionará uma redução na quantidade demandada do outro. Ex: gasolina e óleo para motor, camisa social e gravata, pão e margarina.
17. Quais as condições básicas para a existência de concorrência pura?
As condições básicas são: A homogeneidade do produto, a insignificância de cada comprador ou vendedor diante do mercado, a ausência de restrições artificiais, a mobilidade e o pleno conhecimento (atributo da palavra “perfeita”).

18. Que características observamos em um mercado monopolista?
Ø  Determinado produto é oferecido por uma única empresa;
Ø  Não tem substitutos próximos para esse produto; e.
Ø  Existem obstáculos (barreiras) de novas firmas na indústria (neste caso, a indústria é composta por uma única empresa).


19. O que é oligopólio?
É a forma de organização do mercado em que poucas empresas dominam com exclusividade da oferta de determinado produto ou serviço que não tem substituto próximo.

20. O que você entende por PIB?
PIB - Produto Interno Bruto refere-se ao valor agregado de todos os bens e serviços finais produzidos dentro do território de um país, independentemente da nacionalidade
dos proprietários das unidades produtoras.
Exclui, todavia, as transações dos bens intermediários e o seu valor é medido a preços de mercado.

21. Quais são os componentes do PIB?
Os componentes do PIB são: consumos das famílias, investimentos das empresas, gasto público e exportação líquida.
22. Defina Crescimento Econômico e Desenvolvimento Econômico.
Crescimento econômico é o aumento real, de longo prazo, do produto nacional do país ou da região.
Desenvolvimento econômico é o processo de melhorar o nível de vida e o bem-estar de uma população por meio do aumento de sua renda per capita.

23. O que é IDH?Quais são seus componentes?
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) tem como objetivo avaliar a qualidade de vida nos países. Seus componentes são: Indicador de renda, indicador das condições de saúde e indicador das condições de educação.


A era do computador

A era do computador

Inicialmente, ainda na primeira metade do século XX, os computadores, assim como muito outros aparelhos eletrônicos, eram compostos de uma infinidade de válvulas e, logicamente, requeriam muito trabalho de manutenção que aplicava em muito tempo perdido.
 Posteriormente, acompanhado avanços da eletrônica, como a criação dos transitores, os computadores passaram a ser constituídos de um conjunto de placas de circuitos impressos.
Como a evolução técnica na sua constituição, hardwere em capacidade e velocidade de processamento de informações.
A todo o aparato físico (computadores, seus equipamentos componentes e periféricos) chamado hardware, e aos programas que são algo intangível, mas imprescindíveis ao funcionamento dos computadores, chamados software.
A evolução dos computadores verifica-se tanto em hardware, como também em software, pois se as máquinas ganharam menor porte, maior capacidade de processamento e mais segurança, também os software, ganharam mais simplicidade, pois no início da existência dos computadores, o seu funcionamento em linguagens específicas, para que a máquina entende se as solicitações efetuadas, as quais eram ininteligíveis à maioria das pessoas.
A programação era feita com caracteres binários, ou seja, os computadores só conheciam os “0” (zeros) e os um (uns) que, combinados corretamente, dão as máquinas instruções para seu funcionamento adequado aos resultados esperados. Com o passar do tempo, foram surgindo linguagens mais compatíveis com a comunicação humana e os computadores passaram a conviver com a linguagem de alto nível, ou seja, linguagens cada vez mais parecidas com a linguagem humana.
Portanto, todo esse processo de evolução do computador, desde ENIAC até os computadores atuais impactaram muito a humanidade e, sobretudo, facilitou e auxiliou o trabalho humano.

A ética dos gestores públicos no Brasil

Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
Modalidade: Ead
Curso: Bacharelado em administração pública
Tutora: Lilia de Sousa Rodrigues Vieira
Aluno: Ernandes Pereira Rodrigues. Data: 10/10/2010
A ética dos gestores público do Brasil

     A infração dos gestores públicos diante da ética e das leis tem causado grandes reviravoltas no cenário nacional. Isso é um absurdo e acima de tudo revotante, pois essas ações antiéticas massacram diversas camadas sociais, principalmente a dos pobres.
     Atualmente, a ética dos gestores públicos está um caos. Isso porque eles só pensam em si. Não pensam no bem comum. A pior faceta do individualismo deriva de suas consequências, das suas repercuções no contexto social, que corroem as bases da coletividade e da sociedade, pois se cada um só pensa em si, ninguém pensa no tudo. Mas do que isso, o individualismo impõe o silêncio e indiferença diante dos problemas sociais. Ninguém é responsável, ninguém é culpado, ninguém tem nada a ver com isso. A população tem certo ar de culpa porque não reivindicam, não mobilizam a não ser que sejam vitimadas de forma direta.
     O homem como ser humano deixa de ser importante e relevante nas decisões, seja pública ou privada. E a única coisa que interessa e o que se pode ganhar individualmente com cada ato que pratica.
     Um exemplo que ilustra bem essa realidade são as greves no setor público. Greves nas quais o servidor, pleiteando benefícios e vantagens pessoais, paralisam serviços públicos essenciais para a sociedade: hospitais, segurança pública, INSS, universidades, bancos, etc. Prejudicando, com essa ação principalmente as camadas mais pobres da população. Qual é a responsabilidade social desses servidores? Prejudicar milhares de pessoas por tempo indeterminado? Onde está a conduta ética desses servidores? Cabe a nós, leitores, a reflexão.
     Esclareço que, por corrupção, não entendo sua definição legal, mas ética. Corrupção é o que existe de mais antirrepublicano, isto é, mais contrário ao bem comum e à coisa pública. Por isso, pertence à mesma família que trafegar pelo acostamento, furar a fila, passar na frente dos outros.
     Nós devemos ter cuidado com a ideia amplamente disseminada que a corrupção é o óleo que lubrifica a engrenagem da economia e dos negócios públicos. Não é. A corrupção é um açodo que corrói não apenas a engrenagem da vida governamental, mais também os valores éticos, e até sonhos de um povo. A corrupção quando não coibida, mina a legitimidade dos governos, destrói a fé nas instituições políticas e legais, tornando os cidadãos cínicos e rebeldes. A corrupção não lubrifica nada. Ela é um mal em si, além de ser alimentadora de outros males sociais.
     Portanto, é necessário criar leis severas para punir indeterminadamente esses infratores, pois nada justifica esses atos absurdos. É necessário combatermos esse tipo de ação, visto que, faz-nos perder o empenho em cultivar valores éticos. Além disso, para esse fim é necessário educarmos as pessoas. Deve-se ressaltar que a corrupção mata, pois desvia dinheiro de hospitais, de escolas e da segurança pública.

A responsabilidade moral do administrador

Universidade Federal do Piauí (UFPI)
Modalidade: Ead
Curso: Bacharelado em Administração Pública
Nivelamento: Filosofia e Ética
Tutora: Lilia de Sousa Rodrigues Vieira
Aluno: Ernandes Pereira Rodrigues. Turma: 477103

1. No texto apresentado consta a seguinte afirmação: “Um mundo
perfeitamente bem administrado pode ser um mundo moralmente
mau[...]. O inferno pode ser tanto mais inferno quanto mais
bem administrado for! A boa administração não pode ser, por si
só, critério para avaliarmos o que quer que seja”.
Comente estas afirmações no contexto da administração pública.
Sem dúvida alguma, não é necessário apenas administrar bem, é necessário administrar com disciplina, com moral, com ética, com autonomia. Por outro lado, administrar bem não significa necessariamente dizer que está sendo politicamente correto.

2. De que modo você percebe, na sua experiência pessoal e profissional
como administrador público, as características apresentadas
por Roberto Da Matta a respeito da cultura brasileira? Tendo em
conta a solução sugerida pelo autor, o que você pensa a respeito
dela e da possibilidade de vir a ser praticada pelo administrador
público?
Na cultura brasileira, segundo Da Matta, há duas perspectivas de abordar o problema ético no país. Segundo ele, há dois elementos ou grupos de indivíduos com relações distintas: o elemento pessoal e elemento abstrato. De acordo com ele o elemento pessoal, a relação entre pessoas, que é dominante, frente ao elemento abstrato.O elemento abstrato são as leis gerais e da repressão, seguimos sempre o código burocrático ou a tendência impessoal. Já o elemento pessoal são as situações concretas, seguimos sempre o código das relações e da moralidade pessoal, tornando a vertente do “jeitinho” da “malandragem” e da solidariedade como eixo da ação. Num espaço há a relações entre indivíduos, noutro, entre pessoas, e nessa perspectiva vivem separados. E de acordo com o Antropólogo, devemos mudar todas as relações de poder na sociedade brasileira, e não só aquela relativa ao aparato estatal. Por isso, é necessária a interação entre indivíduos e pessoas para reverter essa situação. Caso contrário, se continuarmos separados com éticas diferentes jamais será possível chegar ao senso comum.
3. E qual pode ser (e deve ser) a responsabilidade moral do administrador
público frente às complicadas relações entre ética e política,
e tendo em conta os limites de toda “ética profissional”?
O administrador pode e deve ter a responsabilidade de administrar com disciplina, moral, ética e compromisso social e empresarial de modo que não prejudique si mesmo e o cliente; não prejudique a categoria profissional e a sociedade.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A importância da matemática no contidiano do administrador

A matemática é um ingrediente indispensável na composição de uma boa administração, pois através do raciocínio lógico alcançado pela matemática os administradores poderão tomar suas decisões financeiras e analisarem os riscos. Além disso, através da Matemática é possível mensurar e quantificar todos os resultados obtidos em determinado exercício social analisando cada uma das variáveis econômicas e comparando os resultados obtidos para  analisar não somente o desenvolvimento financeiro da instituição como também promover mudanças afim de que a organização seja cada vez mais sólida e eficiente mantendo a sustentabilidade financeira equilibrada. A matemática ajuda a desenvolver o raciocínio. Na administração temos de planejar, organizar, dirigir, controlar, e a habilidade com os números é indispensável ao administrador, que por vezes, depende da exatidão dos números. E isso pode determinar o seu sucesso profissional. É por falta de planejamento e controle financeiro é que muitas empresas quebram no terceiro ano de sua existência, apresentando insuficiência e inexistência de suporte financeiro para sua organização, sendo indiscutivelmente necessárias de informações do Balanço Patrimonial, no qual se contabiliza estes dados na gestão financeira, se analisando detalhadamente para a tomada de decisão.. A Estatística já nos permite a interpretação das planilhas e as variações a médio e longo prazo.
Na vida pessoal, quando o administrador aplica os conhecimentos matemáticos em seu cotidiano financeiro, alcançará a melhor forma de administrar seus recursos.


sábado, 16 de abril de 2011

Adolescentes

NÃO É FÁCIL SER PAI... TAMPOUCO ADOLESCENTE!
By: Prof: Ernandes
“Às vezes teus pais não te compreendem ou não querem colocar-se em seu lugar. Você tentou colocar-se no lugar deles?”

PAIS! UFA!!
Os pais se comportam, às vezes, de formas muito estranhas. Quando você é pequeno, sempre andavam atrás de você dizendo para lavar as mãos e se pentear. Agora, se vêem você diante do espelho, riem e falam que é um convencido. Não há quem os entenda!
Em determinado momento estão furiosos porque dizem que é demasiado independente; no minuto seguinte se queixam alegando que sempre está “grudado” a eles e que não é suficientemente independente.
Te ridicularizam diante de teus amigos, não respeitam sua vida privada; enfim, somente parecem desfrutar amargurando a sua existência e fazendo-lhe a vida muito mais difícil do que já é.
E, é a isto que se chama de “ser pais”?
Não se dão conta de que os adolescentes também tem seus próprios sentimentos?
Sim, é claro que se dão conta. Mas estão rodeados de tantos problemas, e preocupados por tantas dificuldades, que a grande realidade de que você é um ser humano, com direito a pensar, a sentir e a viver por você mesmo, às vezes parece ficar relegado a um segundo plano.
O certo é que quando os filhos se convertem em adolescentes, os pais enfrentam uma situação completamente nova, que a maioria das vezes é surpreendente e inesperada: seus filhos queridos, bons e obedientes, se convertem em um momento para outro em adolescentes voluntariosos e difíceis de governar.
Da noite para o dia se vêem com toda sorte de novas situações: seus filhos saem com garotas (ou vice-versa), assistem a excursões de vários dias, praticam esportes perigosos, começam a trabalhar...
É verdade que também eles passaram por tudo isto, mas com uma diferença: não como pais, senão como adolescentes. Naquela ocasião os pais eram outros, que lutavam e reprimiam, e era eles quem tocava exigir. Mas agora, tem passado a ocupar o lugar de pais, e se sentem responsáveis por você, e na obrigação de ajudá-lo em toda classe de dificuldades e problemas, a maioria dos quais são totalmente novos para você. Deve compreender que para eles, somente o fato de viver com você, com seus costumes, sua música e sua forma de se vestir, já lhes é difícil, quando não frustrante. Não tem que ficar espantado, pois se algumas vezes se mostrarem inquietos e preocupados.
Possivelmente passaram a ocupar sua posição de pais sem estarem tão bem preparados como deveriam. Muitos pais arrastam consigo um lastro de problemas de sua própria infância e juventude; problemas que às vezes se remontam a várias gerações atrás, dentro da tradição da família. Têm todo tipo de temores. Estão inseguros de suas próprias idéias e valores, e possivelmente ainda não tem realizado um projeto de vida que os satisfaça totalmente.
Por outra parte, seu crescimento e desenvolvimento tem criado neles um sentimento mais vivo de dor que produz na vida a perda dessas coisas que se querem.
Para alguns pais, ao dar-se conta de que seus filhos estão crescendo também os faz perceberem de que estão envelhecendo, de que a vida passa com rapidez; tem que enfrentar a triste realidade de que os anos passam velozmente e ainda não tem alcançado os objetivos que se haviam proposto na vida, e que possivelmente já não poderão alcançar.
Esse sentimento de frustração pode conduzir os pais a uma ambição muito comum: tratar de conseguir por seu intermédio tudo o que para eles foram sonhos impossíveis. E isto pode chegar a ser uma verdadeira fonte de problemas.
Outra das razões que motiva muitas vezes a intranqüilidade e o desassossego de seus pais são os comentários da imprensa sensacionalista. Em revistas e periódicos lêem continuamente artigos nos quais se afirma que os pais são responsáveis de todos os problemas da juventude; que os pais são os culpados da degeneração social; que para ser bons pais tem a obrigação de lutar até o fim. E isto os assusta. Nos dias de seus avós, se João era um mal filho, e se comportava como tal, a culpa era do próprio João, de ninguém mais. Em nossos dias, os seus pais são acusados por não haverem sabido tratá-lo, educá-lo e encaminhá-lo corretamente.
Assim pois, deve enfrentar a realidade: ainda que seja um filho modelo, um adolescente perfeito, seus pais continuarão vendo problemas em você, enfrentando-o quase todo o tempo. Não importa o que terá de fazer para agradá-los, não importa o muito que se esforce em tratar de ser um paradigma de adolescente, seus pais seguirão pensando que seus anos de adolescência são os mais difíceis que eles tem tido que enfrentar.
ADOLESCENTES! AI!
Assim vê você a seus pais. Agora vejamos como eles vêem você. Os anos da adolescência não são fáceis. Pode ser que ultimamente tenha crescido tanto que você já quase não se reconhece. Ou quiçá, seja ao revés, e seu crescimento é tão lento comparado com o de seus amigos, que te faz sentir um pouco criança quando está com eles. Possivelmente, o desenvolvimento físico tenha feito você engordar muito e tenhas pernas e braços gordos. Às vezes você se pergunta como te vêem os demais, e se preocupa pensando se realmente chegará a ser o tipo de homem ou mulher que gostaria.
Pouco a pouco, irá se sentindo mais filosófico e pensador. Terá dado conta do que significa ser um mesmo, separado do grupo que formam os demais. Ultimamente tem começado a perguntar-se quem você é, que é a vida e para que está nela.
E o mal é que enfrenta estes problemas em um mundo que a maior parte das vezes se lhe apresenta pouco amistoso, bastante hostil. Certamente a adolescência pode chegar a ser uma época de verdadeira angústia. E a medida que a maturidade se aproxima, a angústia aumenta. Te preocupa a possibilidade de tomar decisões equivocadas - a carreira, o matrimônio, o trabalho, etc. Duvida de sua capacidade para enfrentar todas as responsabilidades de um adulto maduro e responsável.
Por isto quer que te compreendam, que reconheçam seu valor, que se dêem conta de que é uma pessoa capaz de assumir responsabilidades. Mas os que te rodeiam não parecem muito dispostos a ajudá-lo.
Se tem treze anos, teus pais queixam-se de que é muito sensível, de que não se pode dizer-lhe nenhuma palavra sem que você se inflame como pólvora. Por outra parte, alegam que é pouco comunicativo, que não lhes conta nada e que sempre responde com monossílabos às suas perguntas. Possivelmente, você também se dá conta de que não é como os demais, todo amável e simpático como deveria ser, mas tem tantas coisas em que pensar que não lhe sobra tempo para suportar as “tontices” da família.
Se tem catorze, possivelmente já terá resolvido parte dos problemas que te preocupavam aos treze. Sua atitude frente a seus pais é mais serena, e também eles parecem compreendê-lo melhor; se esforçam em ajudá-lo mais e te criticam menos.
Aos quinze anos o problema se agrava outra vez. Teus pais se queixam de que quase não lhes dirige a palavra, de que você guarda tudo, de que se comporta como um mal educado e se veste de forma desalinhada. A verdade é que começas a sentir-se bastante independente. É certo que tens muitas coisas sobre as quais gostaria de dialogar, mas não com seus pais! Você começou a descobrir uma montanha de problemas da idade adulta que pouco a pouco estão aparecendo, e ao mesmo tempo se dá conta de suas próprias limitações para superá-los. Com a esperança de compreender melhor a você mesmo e aos que te rodeiam se tornou um pouco psicológico. Não desanimes; a maioria dos problemas que agora enfrenta desaparecerão no próximo ano.
Aos dezesseis as coisas mudam, você perceberá que a vida não é tão difícil como pensava. Terá aprendido a controlar melhor suas próprias emoções, e vai se sentir mais sociável e amistoso e tentará compreender o ponto de vista dos demais. Sentirá mais confiança em si mesmo, e isto fará ser possível opinar com melhor critérios os outros.
Terá alcançado a primeira fase da maturidade, e pode ser que isto faça que com que seus pais, ao perceberem que já não é tão criança, abram um pouco as mãos, o que motivará maior compreensão. Quando lhe expor um problema, pode confiar em que o tratarão como a um adulto. Pouco a pouco compreenderá que as restrições e proibições que lhe haviam imposto, em certo sentido eram necessárias, e você se sentirá agradecido pela maior margem de liberdade que lhe concedem. Ainda que seja difícil aceitar as proibições que todavia te impõem, pouco a pouco dará conta de que seus pais, no fundo, são bastante razoáveis, e de que se pode dialogar com eles. Trate de aceitar a distância que o separa deles. Não se arrependerá.
Talvez se sinta tentado a pensar que é demasiado difícil ser adolescente. Tem razão. Mas lembre-se que não é fácil ser pais de um adolescente.

COMO CONVIVER COM OS ADOLESCENTES

“Conviver com adolescentes pode resultar em uma experiência estimulante e alegre, cheia de novas idéias e de esperanças. Assim que... aprendamos a desfrutar desta experiência.”

Sobreviver nem sempre é fácil, sobretudo quando se tem um adolescente em casa. Mas as famílias necessitam mais que a mera convivência. Necessitam também alegria, comunicação e amizade. E não há razão alguma para que não tenham estas coisas.

1. DEIXE QUE SE LEVANTEM POR SI MESMOS.
Algumas famílias começam cada dia com uma pequena guerra, porque mamãe chama e ralha aos meninos, chama e ralha, ralha e chama, e volta a repetir o processo uma e outra vez. O adolescente resmunga metade dormindo, metade desperto: “É muito cedo!”, “Chama-me novamente em cinco minutos”, ou simplesmente finge que não escutou.
Como os adolescentes vivem lutando por sua independência, porque não deixá-los que se independam desde cedo, na manhã (ou que comecem desde a manhã de forma independente)? Chamá-los apenas uma vez. Se voltarem a dormir e como resultado disto, perderem alguma atividade importante, logo aprenderá a lição. Deste modo, a família evita uma quantidade de discussões e de frustrações.
2. QUE OS TOQUES DA QUEDA SEJAM FLEXÍVEIS.
Deve existir certa flexibilidade nos horários fixados para voltar para casa e para ir dormir, e esses horários devem ser discutidos com calma pelos afetados. Se você insiste inflexivelmente em que seus adolescentes estejam de volta em casa a uma hora determinada, isso pode privar a seus filhos de alguma atividade grupal inofensiva e agradável, e de, se for esse o caso, ofendê-los desnecessariamente.
No que me diz respeito, não creio que um adolescente que volta para casa às nove da noite tenha menos probabilidade de “andar em algo” que um que regresse à sua casa mais tarde. Me preocupa mais a natureza da saída, a companhia e a disponibilidade de transporte.
3. ACEITE AS DIFERENÇAS QUE EXISTEM ENTRE SEUS FILHOS.
Os filhos homens, não tem porque ser íntimos amigos de seus irmãos ou vice-versa. Tampouco deve pretender-se que sintam um particular agrado uns com respeito de outros. Às vezes, seus interesses e personalidades são demasiado diferentes como para que se possa esperar uma verdadeira afinidade entre eles.
Sem dúvida, os irmãos deveriam aprender desde sua mais tenra idade a tratar-se mutuamente com respeito; a respeitar os sentimentos, as idéias, o tempo, e os pertences de cada um. Mas a menos que seja absolutamente necessário, penso que não é o melhor fazer que um membro da família seja pesado com a responsabilidade de outro.
4. SEJA UM BOM OUVINTE.
A maior parte do que tenho que escutar de meus filhos adolescentes, o tenho escutado entre a meia-noite e as três da manhã. Quando me sinto tranqüilamente para ler ou costurar, meus filhos se sentem menos ameaçados e estão mais predispostos a abrir seu coração. Eles não querem conselhos (quem os quer?). O que querem é falar a fim de clarear seus sentimentos e idéias.
Se eles estão indecisos frente a dois possíveis cursos de ação, somente pergunte-lhes: “Se fizer isto, o que pensa que será o resultado daqui a seis meses? Quais são as vantagens e as desvantagens?”. Escutando-os, você pode ajudá-los a ver os dois lados do problema. E sempre, uma pergunta ou sugestão pode colocá-los no caminho certo. Mas é inútil tentar falar com os adolescentes a menos que eles também estejam dispostos a fazê-lo.
5. NÃO SEJA DOGMÁTICO.
Não perca o controle nas discussões. Não diga: “Isso seria um grande erro. Não deve fazê-lo. Não sabe o que está dizendo.”
É muito melhor dizer: “Porque pensa assim? Conhece algum fato ou experiência que confirmem sua idéia? É uma idéia interessante; creio que vale a pena considerá-la mais a fundo.”
Muitas famílias tem o costume de despertar discussões com assuntos hipotéticos. Conheci uma família que costumava discutir acaloradamente acerca de se um homem e uma mulher deviam ou não viver juntos sem estar casados. Os adolescentes dessa família não tinham a menor intenção de fazer isso, mas defendiam acaloradamente o direito de seus amigos de decidirem por si mesmos.
Trate de desenvolver sua sensibilidade a tal ponto que ela lhe permita saber quando colocar fim a uma discussão.
6. MANTENHA A CALMA.
Os adultos deveriam ter maior domínio próprio e sabedoria que os adolescentes. Use essas qualidades e lembre que os adolescentes são emotivos, sumamente susceptíveis e facilmente inflamáveis.
Os adultos deveriam ser mais compreensivos com os adolescentes, posto que já temos experimentado os sentimentos e os problemas que eles estão vivendo. Deveríamos recordar as pressões e os sofrimentos de nossa própria juventude: as repulsas ou indiferenças, as frustrações, a timidez, e o acabrunhamento. Deveríamos demonstrar aos adolescentes que os aceitamos e que os compreendemos.
7. ESQUEÇAMOS AS PEQUENAS COISAS.
Concentre-se nos assuntos de maior importância. Se você pode ser flexível no tamanho do cabelo, e na escolha da roupa, é mais provável que seus filhos estejam dispostos a responder às normas de comportamento que você espera que sigam em assuntos como o respeito pelos demais, as responsabilidades financeiras, escolares e trabalhos; o interesse pela família, pelos amigos e por seu bem-estar físico, mental e espiritual.
8. CONSERVE SEU SENSO DE HUMOR.
O humor, usado com sabedoria, pode diluir muito uma situação difícil. Um gracejo ou um comentário gracioso podem aliviar a tensão e fazer que todos se unam por meio do riso. Mas evite a ironia, o sarcasmo, a burla, posto que os adolescentes são em geral, reprimidos e muitos susceptíveis a tudo o que os possa ridicularizar.

9. NÃO SE OPONHA A CADA AMIGO/AMIGA ESPECIAL COMO SE A RELAÇÃO FOSSE ACABAR
EM CASAMENTO.
Trate de não interferir. Não podemos saber de antemão qual relação se transformará em algo duradouro e permanente; ou, no caso de que sejam duradouras e permanentes, quais delas seguirão sendo felizes e estáveis.
Se seus filhos são felizes em casa e com seus amigos, haverá menos possibilidades de que comecem relações inadequadas, pois isto geralmente ocorre quando o adolescente se sente só, miserável ou aborrecido.

10. DESFRUTE DE SEUS FILHOS ADOLESCENTES ENQUANTO PODE.
Concentre-se no que pode compartilhar com seus adolescentes e não nas diferenças que existem entre você e eles.
Você tem visto com alegria como cresciam até converter-se em adolescentes, e quer seguir sendo amigo de seus filhos. Trate então de gozar com eles, e de guardar essa alegria como ela é, um tesouro.
Viver com adolescentes pode ser às vezes uma questão de sobrevivência. Mas também pode ser uma experiência estimulante e alegre, cheia de novas idéias e de esperanças. Assim que... aprendamos a desfrutar desta experiência.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

AMIGO É AQUELA PESSOA ESPECIAL PARA VOCÊ

Amigo é aquela pessoa especial para você, que nos momentos felizes ou tristes está ali do seu lado, amigo é aquele que sempre tem uma história engraçada de um mico que vocês viveram juntos, amigo é aquele que quando um familiar querido seu morre e ele está lá para te dar uma moral… Vejo que na bíblia existem várias histórias sobre amigos, bons amigos que fariam tudo pelo seu parça! Uma dessas histórias aconteceu em Lucas Cap.5:

Vers.18 E eis que uns homens transportaram numa cama um homem que estava paralítico, e procuravam fazê-lo entrar e pó-lo diante dele.

Vers.19 E, não achando por onde o pudessem levar, por causa da multidão, subiram ao telhado, e por entre as telhas o baixaram com a cama, até ao meio, diante de Jesus.

Vers.20 E, vendo ele a fé deles, disse-lhe: Homem, os teus pecados te são perdoados.

Vers.21 E os escribas e os fariseus começaram a arrazoar, dizendo: Quem é este que diz blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão só Deus?

Vers.22 Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, respondeu, e disse-lhes: Que arrazoais em vossos corações?

Vers.23 Qual é mais fácil? dizer: Os teus pecados te são perdoados; ou dizer: Levanta-te, e anda?

Vers.24 Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra poder de perdoar pecados (disse ao paralítico), a ti te digo: Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa.

Show de bola, né? Então vendo esse texto eu imaginei uma coisa, imagina esses amigos comentando entre si, em como levar o amigo deles que estava doente até o Mestre? Até que um teve a ideia de subir no telhado, e eles subiram e conseguiram levar o amigo deles até a presença de Jesus. Legal…

Agora eu te pergunto uma coisa: Será que você tem sido um bom amigo que leva os seus amigos até a presença de Jesus? Seus amigos do mundo que estão doentes na fé precisando do perdão de pecados, precisando serem levados até a presença do Mestre para terem a vida eterna ou até mesmos seus amigos que já são cristãos e que estão fracos na fé, precisando de ajuda, de socorro, será que você é aquele amigo que queima a mufa pensando numa maneira de leva-lo até a presença do Mestre ou é mais um daqueles que só é amigo na hora do oba-oba? Pense nisto pois nesse momento existe um amigo seu precisando de você, mostre a ele o que Cristo fez em sua vida e que da mesma maneira que Cristo é seu amigo, quer ser amigo dele também! Pow leke, lembre-se do que está escrito… João Cap.15 :

Vers.13 Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

Vers.14 Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

Vers.15 Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.

Ele deu a vida dele por você e por seus amigos, hoje você pode ser amigo de Cristo e conversar com ele face a face como um dia Abraão e Moisés fizeram (Êxodo 33:11/Tiago 2:23), o véu foi rasgado, você tem livre acesso ao Pai, Ele te chama de amigo e quer intimidade com você. Leia a bíblia, ore e ouça a voz de Cristo falar a sua mente e ao seu coração, deixe ele te falar coisas que você nunca imaginou ouvir e seja você também uma amigo de Deus!

Valeu aê e até a próxima!!!
Aé, um salve pros meus amigos!