RODRIGUES ADVOCACIA PREVIDENCIÁRIA

ADVOGADO ESPECIALIZADO EM DIREITO PREVIDENCIÁRIO E GESTÃO PÚBLICA.

sábado, 3 de março de 2012

Direito Administrativo



DIREITO ADMINISTRATIVO. ORIGEM. OBJETO. CONCEITO
1.1. Origem
O início do século XIX marca o surgimento do direito administrativo como ramo autônomo da ciência do Direito. Anteriormente, o tratamento jurídico das funções administrativas do Estado estava inserido no direito comum, sem especificação ou preocupações próprias.
É comum a afirmação de que o direito administrativo nasceu com as Revoluções que puseram fim ao velho regime absolutista. Foi com o Estado de Direito que se cogitou de normas delimitadoras da organização e da ação do Poder Público.
Para a formação do direito administrativo foram fundamentais as contibuições do direito francês, do direito alemão e do direito italiano.
A delimitação do objeto, do método, dos institutos, dos princípios e do regime jurídico próprios do direito administrativo ocorreu, preponderantemente, na França. A jurisprudência do Conselho de Estado, órgão máximo da jurisdição administrativa, apartada da jurisdição comum (sistema da dualidade de jurisdição), foi a maior responsável pelos avanços da França nesta área.
No famoso caso Blanco, ocorrido em 1873, restou decido que a apreciação da responsabilidade civil do Estado, decorrente do atropelamento da menina Agnès Blanco por veículo da Companhia Nacional de Manufatura de Fumo, deveria ser realizada pelos órgãos da jurisdição administrativa em termos publicísticos, afastado o direito civil, pela presença do Estado como parte.
1.2. Objeto
O objeto ou conteúdo do direito administrativo varia, assim como o Estado, no tempo e no espaço. Inicialmente, as atividades da Administração Pública abrangiam a segurança interna e externa e alguns serviços (públicos) essenciais. O crescimento das necessidades coletivas, segundo concepções políticas e econômicas bem definidas, centradas sobretudo no chamado Estado Social alargou as funções administrativas do Poder Público. Os serviços públicos passaram a abranger serviços sociais, comerciais e industriais. O poder de polícia chegou a proteção ao meio ambiente e a defesa do consumidor. A atuação do Estado atingiu à esfera da atividade econômica de natureza privada. A atividade administrativa passou a incentivar a iniciativa privada de utilidade pública com subvenções, financiamentos, benefícios fiscais e outros. Em suma, a administração passou a abranger, num sentido bem amplo: fomento, polícia, serviço público e intervenção.
1.3. Conceito
O conceito de direito administrativo depende do critério adotado para formulá-lo. Neste sentido, encontramos os seguintes critérios principais:
a) do serviço público;
b) do Poder Executivo;
c) das relações jurídicas (rege as relações entre a Administração e os administrados);
d) teleológico (rege a atividade do Estado para o cumprimento de seus fins);
e) negativo ou residual (aquilo que não seja atividade legislativa ou judicial);
f) da Administração Pública.
Vejamos duas definições:
a) de Hely Lopes Meirelles: “conjunto harmônico de princípios jurídicos que regem os órgãos, os agentes e as atividades públicas tendentes a realiza concreta, direta e imediatamente os fins desejados pelo Estado”.
b) de Maria Sylvia Zanella Di Pietro: “ramo do direito público que tem por objeto os órgãos, agentes e pessoas jurídicas administrativas que integram a Administração Pública, a atividade jurídica não contenciosa que exerce e os bens de que se utiliza para a consecução de seus fins, de natureza pública”.

Princípios fundamentais da Administração Pública

Os 5 princípios fundamentais da Administração Pública estão arrolados na Constituição Federal art. 37 e são os seguintes:
1.     LEGALIDADE: a administração está sujeita a lei
2.     MORALIDADE: a administração não pode desprezar o ético (probidade)
3.     IMPESSOALIDADE: evitar o favoritismo ou privilégios, o interesse público é norteador (FINALIDADE)
4.     PUBLICIDADE: divulgação dos atos ao público
5.     EFICIÊNCIA: administração com qualidade (a partir da EC 19)
Outros princípios também considerados norteadores no Direito Administrativo:
§  Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Privado
§  Princípio da Isonomia
§  Princípio da Presunção de Legalidade
§  Princípio da Auto-executoriedade
§  Princípio da Razoabilidade
§  Princípio da Proporcionalidade
§  Princípio da Motivação

quinta-feira, 1 de março de 2012

Qual é o papel do Administrador do século 21?

Na opinião de vocês,Qual é o papel do líder nas organizações, no atual contexto do século XXI? 
Do ponto de vista da Administração, liderar é conduzir um grupo de pessoas, influenciando seus comportamentos e ações, para atingir objetivos e metas de interesse comum desse grupo, de acordo com uma visão do futuro baseada num conjunto coerente de idéias e princípios.
O líder do terceiro mundo, deve estar ciente que liderar é manejar com decisões que nem sempre agradam as pessoas, é administrar conflitos de interesses, é imprimir novas realidades, normas, procedimentos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Objetivos Estratégicos, Táticos e Operacionais.

Objetivos Estratégicos, Táticos e Operacionais.
Segundo Chiavenato & Sapiro, os objetivos devem interagir verticalmente,  no sentido da estratégia para o operacional:

1- Objetivos estratégicos: confundem-se com as políticas ou diretrizes.  São objetivos de longo prazo que cobrem toda a organização;
2- Objetivos táticos: são de médio prazo e abrangem cada unidade  ou departamento da organização; 
3- Objetivos operacionais: referem-se às atividades de curto prazo  e à execução de tarefas de rotina. Podem ser considerados como  detalhamento dos objetivos táticos.
Os objetivos também devem interagir horizontalmente de maneira a garantir com que as decisões tomadas nas diferentes unidades ou departamentos estejam alinhadas com os objetivos estratégicos. O mesmo serve para os objetivos operacionais, que devem estar alinhados entre si para atenderem aos objetivos táticos. O inverso desta situação pode significar que uma área esteja trabalhando de forma a prejudicar ou até a anular o trabalho de outra.  Por exemplo, o departamento de vendas pode aumentar significativamente o volume de vendas, mas se o departamento de suporte técnico não estiver  se preparando para acompanhar o aumento das vendas, este poderá se  tornar um gargalo no atendimento ao cliente no pós-venda, vindo até a  prejudicar a imagem da organização como um todo. Daí, a necessidade do  Planejamento Estratégico ser realizado, pensando-se a organização como  um todo e a partir desta visão, derivar-se estratégias relacionadas a cada  unidade.
Será que os gestores sabem realmente o que significa objetivos organizacionais estratégicos, tático e operacional? 
A confusão é grande. Muitos gestores e acadêmicos definem seus objetivos estratégicos com foco no curto prazo, gerando assim um alto grau de ansiedade e resultados que nunca são alcançados. Os objetivos táticos e operacionais são raramente discutidos dentro das organizações, ficando apenas centrado no estratégico que por sua vez é definido de forma errônea.

O planejamento está relacionado com o futuro. E os objetivos organizacionais constituem a mola mestra da administração. As organizações procuram alcançar simultaneamente vários e diferentes objetivos e precisam estabelecer graus de importância e prioridade para evitar possíveis conflitos e criar condições de sinergia entre eles.

Sabe-se que , existem três níveis de objetivos organizacionais: estratégicos, táticos e operacionais. Todos os três níveis se relacionam com objetivos da organização: alguns com a organização como um todo, outros com cada divisão ou unidade da organização e outros ainda com cada tarefa ou operação a ser executada dentro da organização. A missão da organização paira acima de todos eles e corresponde ao que a empresa se propõe a fazer, e para quem. É o propósito de sua existência. A visão o que ela pretende do futuro. Ambas devem ser cuidadosamente definidas e divulgadas entre todos os membros da organização para que haja harmonia e sinergia de esforços, ou seja, sistema de esforços cooperativos entre as pessoas da organização.

Os objetivos se diferenciam em termos de amplitude (espaço organizacional) e de horizonte (tempo). Os objetivos estratégicos são desdobrados em objetivos táticos e operacionais. Esse desdobramento é necessário e essencial, pois permite a implementação através de planos táticos e operacionais. Os desdobramentos dos objetivos maiores em objetivos menores recebem o nome de cascata de objetivos.
Segundo Chiavenato os objetivos são definidos da seguinte forma:

Objetivos estratégicos
São os objetivos globais e amplos da organização e definidos no longo prazo, isto é, entre dois a cinco ou mais anos pela frente. (Ex.: aumento do retorno sobre o investimento organizacional.)

Objetivos táticos
São os objetivos de médio prazo e que abrangem cada unidade específica da organização. São geralmente objetivos divisionais ou departamentais relacionados com as áreas de produção, finanças, marketing e de recursos humanos da organização. (Ex.: Incentivar a responsabilidade social)

Objetivos operacionais
São os objetivos específicos e de curto prazo voltados para a execução das operações quotidianas da organização referem-se geralmente a cada tarefa ou operação especificamente.
(Ex.: Admitir dez pessoas deficientes ao ano e incentivar o consumo consciente)

Os objetivos organizacionais proporcionam benefícios, como: guias para a ação, motivação e envolvimento dos colaboradores e racionalidade na tomada de decisão. Para serem úteis, precisam ter as seguintes características: ser mensurável, realísticos, desafiadores, definidos no tempo, relevantes e motivadores. Além disso, é importante que os gestores e acadêmicos entendam que as organizações perseguem uma infinidade de objetivos e para isso é necessário tratá-los em escala hierárquica respeitando os prazos e evitando a "síndrome do objetivo estratégico de curto prazo".  




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Pensamento Linear versus Sistêmico

Podemos afirmar que a atividade básica de todo gestor é a tomada de decisão frente aos diversos problemas organizacionais que se apresentam cotidianamente. Para solucioná-los os administradores, recorrem a duas abordagens de pensamento, a abordagem do pensamento linear e a abordagem de pensamento sistêmico. No cenário da administração pública qual das duas abordagens de pensamento o gestor deve recorrer? Por que?

O pensamento sistêmico o ajudará a ir além de culpar os outros ou a si mesmo. Ele uma ferramenta essencial para ajudá-lo a lidar com os outros e consigo mesmo de forma mais eficaz
Se partirmos do conceito de organização como sendo um conjunto de sistemas inter-relacionados que mantém sua existência e funciona como um todo por meio da interação de suas partes, o pensamento sistêmico sobressairia sobre o pensamento linear na tomada de decisões, pois as partes compõe o todo. Além disso, as organizações são mutáveis por isso, não há uma forma fórmula única e pronta para a solução de problemas. Por outro lado, o problema uma vez resolvido, afetará não somente a área do problema, mas toda a organização.
Ainda ressalto que não há um modelo melhor do que outro. Isso vai depender de certos traços ou variáveis organizacionais tais como o tipo de ambiente, estrutura da organização, características do decisor, tipo de assunto e entre outros.
Portanto, antes de tomar uma decisão, é necessário que o gestor faça um levantamento, uma análise do ambiente e estrutura organizacional e uma criteriosa avaliação.

Nenhum homem é uma ilha em si mesmo; cada homem é uma
parte do continente. A morte de qualquer homem me diminui
porque estou envolvido na humanidade e, portanto, nunca
sei por quem os sinos dobram; eles dobram por vós.
John Donne (1572–1631)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Atividade 1 sobre organização, processos e tomada de decisão.

Atividade 1 sobre organização, processos e tomada de decisão.

1. Aprendemos que as organizações quanto à tipologia tanto podem ser de base mecanicista, caracterizada pela estrutura burocrática, como também ser de base orgânica, caracterizada pela flexibilidade quanto ao cenário ao qual esta inclusa. Essas duas tipologias podem conviver em uma só organização? Se sim, justifique sua resposta. Valor da questão 0,5 (meio) ponto.
Não. Pelo simples fato de os meios por onde são alcançados os objetivos são totalmente diferentes. Seria um caos para minha organização eu ser rígido e flexível ao mesmo tempo, seria uma organização plural. Por outro lado, essas tipologias são escolhidas em função da estrutura da organização. A tipologia mecanicista é implementada em organizações de grande porte, já a tipologia orgânica é mais comum em organizações de pequeno porte. Aprendemos é que as organizações devem ser singulares, onde cada membro tenha o mesmo objetivo para que o objetivo maior seja alcançado.

2. Escolha uma unidade de trabalho na organização em que você trabalha ou em alguma outra organização e a partir do levantamento de uma rotina (processo) escolhida por você elabore um fluxograma vertical ou de coluna? Valor da questão 0,5 (meio) ponto.
opcional
3. Comente sobre a importância da comunicação para os três aspectos principais que auxiliam em uma visão de relacionamentos ao nível formal e informal de uma organização. Valor da questão 0,5 (meio) ponto.
Deve-se verificar até que ponto a forma estrutural atende às necessidades de comunicação da empresa. Comunicação é o processo mediante o qual uma mensagem é enviada por um emissor, através de determinado canal, e entendida por um receptor. O sistema de comunicação é a rede por meio da qual fluem as informações que  permitem o funcionamento da estrutura de forma integrada e eficaz.
 De maneira genérica existem dois tipos diferentes de formação de esquemas de comunicação numa empresa. São eles:
• o formal: é conscientemente planejado, facilitado e controlado. Ele segue a corrente de comando numa escala hierárquica;
• o informal: surge espontaneamente na empresa, em reação às necessidades de seus membros.
4. Descreva como uma decisão não programada pode tornar-se um tipo de decisão programada. Exemplifique. Valor da questão 0,5 (meio) ponto.
Analisar o problema sistematicamente. Examinar a situação, criar alternativas, avaliar alternativas e selecionar a melhor e implementar e monitorar a decisão.
5. Quais os benefícios do pensamento sistêmico na tomada de decisão organizacional? Valor da questão 0,5 (meio) ponto.
O pensamento sistêmico é uma base para o pensamento e a comunicação claros, uma maneira de ver mais e mais longe. Com uma perspectiva diferente e mais ampla, você poderá ver exatamente o que está acontecendo e então tomar atitudes que saberá serem melhores em longo prazo. O pensamento sistêmico o ajudará a ir além de culpar os outros ou a si mesmo. Ele é uma ferramenta essencial para ajudá-lo a lidar com os outros e consigo mesmo de forma mais eficaz. Uma das faces do pensamento sistêmico não vê os problemas como sendo singulares, mas os vê como relacionados a todos os aspectos da organização. As organizações são compostas de sistemas e processos inter-relacionados e qualquer mudança em um dos aspectos organizacionais afetará todos os outros.


7 fontes novas de oportunidades de negócio e emprego do tio peter
O famoso pensador da administração, Peter Drucker, definiu o que ele chama de “fontes para uma oportunidade inovadora” no livro Inovação e Espírito Empreendedor.


Empreendedores estão constantemente em busca de novas oportunidades, sejam elas de negócios ou mesmo deempregoDisse uma vez em outro post e repito aqui; empreende-dores também são empresários e não somente empresários.
É possível empreender como funcionário. Aliás, as empresas estão cada vez mais procurando este perfil em particular para ter em sua equipe, justamente pelo fato deles buscarem sempre por oportunidades.
Empresário ou funcionário a questão é que, conscientemente ou não, empreendedores de sucesso buscam as oportunidades das mesmas fontes. São essas fontes que o grande Peter Drucker listou e enumerou em seu livro e, apesar de tentar, não consegui ver mais nenhuma além das que ele vislumbrou.
Se você conseguir, por favor deixe um comentário. ;)
Hoje, com a ajuda do tio Peter, vou elucidar aos novos empreendedores e aos que o fazem por instinto onde estão as oportunidades. Afinal, é muito mais fácil encontrar o que se sabe exatamente estar procurando.
As sete fontes de novas oportunidades estão:
·         No inesperado
·         Na incongruência
·         Na necessidade de processo
·         Na mudança de estrutura da indústria
·         Em mudanças demográficas
·         Nas mudanças na percepção
·         No Conhecimento novo
Destrinchando as 7 fontes de Peter Drucker
01 – O Inesperado. O empreendedor pode conseguir sucesso ou até mesmo fracasso inesperadamente, mas para o sucesso ele deve estar acompanhando o que o cenário geral está lhe informando. Alguns conseguem aparentemente encontrar uma oportunidade de negóciomilagrosa, que cresce da noite para o dia. Mas se olhar de perto, perceberá que este empreendedor conseguiu encontrar uma oportunidade de negócio genuína e não a deixou escapar.
02 – A Incongruência. Aqui o empreendedor deve analisar se o que ele vê de valor em seu produto é a mesma visão que seu cliente tem. Em muitos casos esses valores são diferentes, como evidenciei neste artigo aqui. Às vezes o empreendedor pensa vender um tipo de produto/serviço com a finalidade ‘x’ e o cliente o recebe com a finalidade ‘y’. Nesse cenário surgem novas oportunidades, nas quais, por exemplo, existia um único produto/serviço que agora poderá ser divido em vários produtos/serviços.
03 – Necessidade de processo. Algumas oportunidades surgem quando se cria ou modifica processos já existentes. Por isso sou tão fanático por fluxogramas e mapas mentais. Um exemplo é o da revelação de fotos, um processo antigo que com o uso de câmeras digitais foi adaptado por empreendedores, ou seja, aproveitaram a oportunidadede utilizar novas tecnologias apenas para melhorar um processo.
04 – Mudança na estrutura da indústria. Alguns segmentos ficam estagnados por muito tempo, mas com o aparecimento de novas tendências ou tecnologias novas oportunidades de negócios podem se formar. No Brasil os carros sempre foram à gasolina, mas o cenário da indústria mudou com o aparecimento dos carros bicombustíveis.Empreendedores que não deixam uma boa oportunidade passaram a vender produtos voltados para essa nova demanda, por exemplo.
05 – Mudanças demográficas. Em que podemos incluir mudanças relacionadas com o ser humano; tipos de moradias, sexo, envelhecimento da população, nível de escolaridade, entre outros fatores podem oferecer inovações surpreendentes aos empreendedores. Um exemplo é a expansão de cursos de pós-graduação, pois os números de cursos mais que dobraram nos últimos anos. Por que? Mudanças no nível de escolaridade da população.
06 – Mudanças na percepção. De tempos em tempos, alguns paradigmas são quebrados pelas novas gerações. Se você dissesse no final da década de 1980 que, um dia, você teria uma empresa especializada em produzir jogos para celular, diriam que você está louco.Celular era um tijolo, com uma tela que mal dava pra ler os números. Hoje os celulares evoluíram, as pessoas não vivem sem um. Temos telefones com câmeras digitais e sim, pessoas especializadas na produção de jogos para celular que por sinal, ganham muito bem.
07 – Conhecimento novo. Novas oportunidades criadas por meio de novos conhecimentos “brilham” no mercado pela sua natureza inovadora, trazem consigo todo um mercado pararelo a ser explorado. Para citar um exemplo temos o caso dos transgênicos, um conhecimento novo que abre muitas outras oportunidades. Quando se cria ou descobre algo novo, e essa pessoa tem espírito empreendedor, o céu é o limite.
A moral da história
Então meu amigo, o negócio é manter-se sempre antenado com ocenário geral. A vantagem é que agora, depois de ler este artigo, você sabe quais elementos monitorar sempre.
Salvo o inesperado.
por Roberto machado