sábado, 5 de maio de 2012

Resumo dos capítulos I, II, III e V de Sociologia Geral de Antônio Carlos Gil

Sociologia é a ciência que estuda o comportamento humano do ponto de vista coletivo.
Dificuldades: complexidade de seu objeto, singularidade dos indivíduos, dificuldade para experimentação e a subjetividade. O objeto, ou seja, aquilo que ela estuda, são as relações que as pessoas estabelecem entre si e com a sociedade. Èmile Durkheim o objeto são os fatos sócias. Weber é a ação social. Marx é as relações de produção. Iluminismo movimento que se baseava no poder da razão para a solução dos problemas sociais. As relações econômicas e sociais são regidas por leis naturais. Contribui porque o questionamento do poder político e econômico da igreja ajudou a promover a valorização das explicações materialistas acerca da sociedade. Positivismo. Essa doutrina se inspirava no método de investigação das ciências naturais, que procurava identificar na sociedade os mesmos princípios que explicava a vida natural.
Durkheim. A sociologia é a ciências dos fatos sociais, ou seja, de todas as maneiras de agir, pensar e sentir são exteriores as pessoas e são gerais no conjunto de uma sociedade. Ver os fatos sociais como coisas. Considerava em termos de organizações institucionais que matem a coesão e a estrutura social
Marx. o modo de produção constitui a base do regime social e determina seu caráter e a forma de organização social. Considerava a sociedade em termos de conflitos de classes. Ele ver as classes sociais como formações determinadas por fatores econômicos e sobretudo pela posse dos meios de produção.
Weber. A sociologia não pode ser entendida como algo exterior e superior ao indivíduo. O ponto de partida não estarias nas entidades coletivas ou grupos, mas sim  na conduta humana dotada de sentido, na ação social, que é constituída por qualquer ação que o indivíduo faz orientando-se pela ação dos outros. Ele encara os fatos sociais não como coisas, mas como acontecimentos que o cientista percebe e procura desvendar. Ele não analisa as normas sociais como exteriores aos indivíduos, mas como um conjunto de ações individuais, sem neutralidade. Parte de uma preocupação subjetiva para com ele e a sociedade.
Influência do Idealismo que consiste em tomar como ponto de partida não as coisas exteriores, como faz o positivismo, mas sim o sujeito, a consciência, a subjetividade.
Funcionalista. Cada parte da sociedade como família, escola, economia desempenha certas funções para a sociedade como um todo. As partes são interdependentes e forma uma ordem social estável. Segundo Durkheim, cada indivíduo exerce uma função específica na sociedade. A cultura desempenha importante função na satisfação das necessidades humanas e na manutenção da estabilidade social.
Conflito. Ver a sociedade em constante mudança e invariavelmente marcada pelo conflito de classes, este por sua vez constituiria a principal força social. A cultura reflete os interesses das camadas mais ricas e mais poderosas da sociedade e contribui para alguns membros da sociedade se beneficiem em detrimento de outros.
Interacionismo Simbólico. Segundo o qual as pessoas atribuem significados a cada uma das palavras e ações dos outros. O principal atrativo está no reconhecimento da sociedade como construção social. Ele procura expressar como os indivíduos sentem e agem em relação a sociedade.
Estruturalista-construtivista: Se fundamenta na ideia de que nem o indivíduo nem a estrutura social, se tomados isoladamente são suficientes para explicar a sociedade e os fenômenos.
Cultura é esse conjunto complexo que engloba conhecimentos, crenças, arte dinheiro, moral, costumes e todas as outras apetidões e hábitos que os seres humanos adquirem enquanto membros de uma sociedade. Ela aprensenta muitos componentes tais como: Símbolos, linguagem, crenças, valores, normas, além da cultura material.
Símbolos: è que habilitam as pessoas a criar, comunicar e transmitir as gerações subsequentes os outros componentes da cultura.
Crenças: São afirmações que as pessoas fazem acerca do que é verdadeiro.
Valores: são concepções compartilhadas pelos membros de uma sociedade a respeito do que é importante ou do que vale a pena.
Normas: preveem regras de conduta,mas cuja violação não leva mais do que uma simples censura são denominadas folkways. E as que reflete profundamente os ideais sustentados por uma cultura acerca da maneira como as pessoas devem se comportar são denominadas mores. Na  maioria das sociedades modernas existem grupos que compartilham muitos dos padrões da sociedade mais ampla, mas que apresentam suas próprias normas, são as subculturas. Etnocentrismo: levam as pessoas a admitir a superioridade de sua cultura em relação as outras e consequentemente que suas crenças, valores e comportamentos são os mais corretos. Julgamos as outras culturas de acordo com nossos próprios padrões.
Relativismo cultural: que conduz ao julgamento dos elementos da cultura dentro de seus contextos e não pelos padrões de outra cultura.  Inovação: quando se introduz uma nova ideia ou objeto numa cultura mediante descoberta ou invenção. Difusão: quando ocorre a expansão dos traços culturais de uma sociedade para outra.
Universais: comportamentos partilhados por toda a sociedade. Especialidades: elementos compartilhados pelos membros de certas categorias socialmente conhecidas de indivíduos, mas não compartilhados pela população total.Alternativas: traços partilhados por certos indivíduos, mas não são comuns a todos os membros da sociedade. Diferentes reações a mesma situação.
A evolução da cultura não é uniforme, pois ela tem de se adaptar a múltiplas circunstâncias, tais como características geográficas do território, o tipo de  população e o nível de tecnologia. Contracultura: Dentro das subculturas encontramos integrantes que aderem a normas e valores que conflitam com as normas e valores da sociedade dominante.

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